CLIPPING SERVICE: Estruturação e Importância

Em Comunicação Social, o termo clipping, deriva do inglês clip, que significa (cortar, recortar) e é utilizado para designar, de forma literal, recorte de jornal, ou, mais tecnicamente, o recorte ou gravação de uma unidade informativa.

As bases desse método foram desenvolvidas na primeira metade dos século XX pelas escolas norte-americanas de jornalismo, devido à necessidade de sistematização imposta pela expansão dos meios de comunicação de massa.

Os profissionais que cuidam do relacionamento de marcas ou de um artista com a mídia trabalham com essa ferramenta essencial, o clipping. Esta ferramenta tem a função de reunir todas as notícias ou qualquer tipo de informação divulgada nas diversas mídias que estejam relacionadas com o assessorado e que são veiculadas na mídia eletrônica, digital ou impressa.

A identificação e a coleta desse material são fundamentais para mensurar a eficácia e os resultados da assessoria de imprensa além de servir como fonte de análise e organização das matérias jornalísticas.

Existem no mercado algumas empresas específicas, que trabalham apenas com montagem de clipping. Porém, na maioria das vezes é de responsabilidade do assessor de imprensa reunir e organizar esse material de acordo com a necessidade do cliente.

O trabalho de clipping é organizado a partir da leitura, nível de interesse do assessorado e acompanhamento de atualização de notícias. Quanto a estruturação é relacionado a diversas etapas importantes: como a busca de conteúdo, a organização do conteúdo, e a análise do conteúdo.

De maneira geral, o método está estruturado da seguinte forma:

1. Organização da análise – Refere-se ao planejamento do trabalho. Envolve a definição dos tipos de veículos de comunicação a serem analisados (jornais, revistas, sites da internet, programas de televisão, etc.), bem como dos assuntos a serem abordados.

2. Organização do conteúdo: elaboração de um sumário, com as súmulas organizadas da seguinte forma:

* veículo: jornal / revista / internet
* título da reportagem ou assunto: do que trata a matéria em questão, o assunto pode ser o contexto da informação
* canal: programa de TV, rádio,web
*programa: nome do programa onde foi veículada a informação ou aparição do produto ou do assessorado
* endereço eletrônico da publicação:link do site e/ou coluna publicada.

3. Análise do conteúdo

Este material deve ser bem direto e conciso e o espaço pode ser aproveitado para dizer se o enfoque foi positivo ou negativo, se o objetivo proposto pelo assessor foi alcançado e também para propor novas diretrizes para novas matérias e gerenciamento de mídias.

Assim sendo, muito além do trabalho de recorte jornais, o clipping traz consigo a prova do esforço das assessorias de imprensa de informar (ou influenciar) a opinião pública. E neste caso, o clipping se constitui em peça fundamental do trabalho de auditoria de imagem na mídia. Por ele, os esforços são medidos, pautas são criadas, e o mercado é estudado. É uma ação muito importante dentro do processo, parte fundamental da assessoria e não pode ser deixado em segundo plano. Por isso, ter um profissional de comunicação cuidando desse trabalho faz toda a diferença.

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A MÚSICA COMO COADJUVANTE NO CONTROLE DO TRANSTORNO DO DÉFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE

O Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDA/H) é um transtorno neurobiológico de origem genética. É um distúrbio específico do desenvolvimento, de alta prevalência, observado em crianças e que pode prosseguir na vida adulta, porém mais brandamente. Compreende prejuízos na inibição comportamental, atenção sustentada, resistência à distração e na regulação do nível de atividade do indivíduo diante de determinadas situações, sendo freqüente o comportamento motor excessivo e inadequado.

O transtorno faz parte de um grupo de distúrbios denominados “Transtornos do Desenvolvimento” que são de alta incidência na população infantil. Sendo o TDAH um dos mais recorrentes, com maior predominância no sexo masculino.

De modo geral crianças com TDAH apresentam: troca freqüente de atividades; problemas na organização acadêmica; dificuldade em manter relação de amizade com crianças da mesma idade; acúmulo de atividades distintas; perturbação motora; impulsividade; dificuldade de aprendizagem, e não raramente fracasso escolar (Ucles, Serrano & Rosa Neto, 2000; Rosa Neto, 1997). Em adultos as características mais comuns são: falta de atenção, impulsividade, irritabilidade e baixa tolerância a frustração (Custódio, 2002 citado por Poeta & Rosa Neto, 2004).

Na última década o campo de atuação do pesquisador em educação musical foi ampliado, sendo orientado para a adequação técnico-científica. Estudos na área de educação musical vem demonstrando interesse por entender que a educação musical, com objetivos terapêuticos, a musicoterapia, pode auxiliar crianças com TDA/H a desenvolver estratégias que reduzam o custo do aprendizado.

A musicoterapia é a aplicação da música e dos seus elementos – como ritmo, melodia, timbre e harmonia – como meio de expressão que promova a comunicação, o relacionamento, a mobilização e a criatividade.

Alguns pesquisadores apontaram que a utilização de música em intervenções com escolares portadores de TDAH favoreceu o desempenho destes em tarefas rotineiras, nas quais eles apresentavam desempenho prejudicado (Souza, 1995; Abikoff, Courtney, Szeibel, & Koplewitz, 1996; Jackson, 2003).

As técnicas musicoterápicas utilizadas combinam o agir-fazer musical com a terapia. Tem-se, de um lado, o fazer musical consciente e competente, com a devida noção do poder da música sobre os indivíduos, e por outro, técnicas de terapia.

A música desperta o interesse das crianças. As hiperativas costumam ser ‘desorganizadas’ quanto à concentração e/ou certo excesso de atividade motora. Com a terapia, o ritmo da música pode auxiliar no estabelecimento dessa organização. Além disso, a melodia melhora a concentração, já que esse é um elemento musical pelo qual as crianças se interessam muito.

Através da musicoterapia crianças com TDAH podem ainda potencializar sua criatividade e desperta-la para outras áreas, como a das artes (teatro, música, pintura, escultura, etc.), passando a fazer parte de um novo contexto social onde o emocional pode ser potencializado, proporcionando satisfação e segurança”.

Assim os comportamentos adequados recebem reforço positivo, e os inadequados reforço negativo. Dessa forma, o repertório de comportamentos adequados é ampliado e o de comportamentos inadequados reduzido. Essa mudança comportamental consiste, na verdade, no desenvolvimento da habilidade de controle de impulsos e do comportamento motor exacerbado, bem como no desenvolvimento da capacidade de atenção sustentada e resistência a distração, que são as áreas prejudicadas pelo transtorno.

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